
O sonho com minha mãe no Brás
Neste sonho, eu e minha esposa estávamos andando por uma rua no Brás, em São Paulo, lugar onde já morei com minha mãe.
De repente, ouvi alguém me chamando. Olhei para trás, do meu lado esquerdo, a cerca de dois metros de distância, e vi que era minha mãe quem havia me chamado. Ela estava sozinha, caminhando, e me sorriu. Sua aparência era exatamente como é na realidade: baixa, com as costas apresentando uma leve cifose (curvatura).
Ao reconhecê-la, fui imediatamente em sua direção e a abracei. Foi um momento de grande emoção, principalmente porque hoje ela está com 89 anos e atravessa uma fase difícil, tanto em relação à sua saúde física quanto emocional.
Há ainda uma coincidência que me chamou a atenção: minha mãe nasceu em 26/09/1937, e tive esse sonho no dia 27/09/2026, justamente um dia depois de seu aniversário. É possível que o fato de eu estar pensando nela, especialmente por causa dessa fase delicada que está vivendo e de seu aniversário recente, tenha contribuído para que ela aparecesse em meu sonho.
Depois do abraço, continuamos andando. Minha esposa seguia à frente e, em determinado momento, acabamos nos afastando e perdendo-a de vista.
Pouco depois, eu e minha mãe estávamos em uma rua extremamente aglomerada, daquelas em que quase não é possível se movimentar, como acontece nas épocas de Natal, tanto no Brás quanto na região da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo.
Foi então que minha esposa reapareceu. Ela estava com uma pequena sacola plástica, daquelas usadas para carregar compras. Ela me entregou a sacola, e eu a peguei.
Nesse momento, percebi que, bem debaixo dos meus pés, havia outra sacola, parcialmente aberta, contendo aproximadamente dois produtos. Eu me abaixei, peguei esses produtos e os coloquei dentro da nossa sacola de compras.
Tudo isso aconteceu em meio àquela grande aglomeração de pessoas.
Logo depois, o sonho terminou.

